Página Inicial Data de criação : 07/05/05 Última actualização : 11/10/17 21:12 / 1 Artigos publicados

Proteçao e Cuidados tenha atençao com isso....  Inserido Saturday 05 May 2007 21:30

Blogue de baby :O melhor para a vida dos pequenos Babys, Proteçao e Cuidados tenha atençao com isso....
Cuidados alimentares durante a gravidez  Inserido Thursday 15 February 2007 16:08

A grávida deve evitar os excessos relativos a açucares, fritos e gorduras.
São igualmente de evitar os patés e alguns queijos, como o brie e o camembert. Também alimentos crús e mal cozinhados, tais como os ovos, peixe, carne vermelha e carne branca que não devem ser consumidos, porque todos eles são eventuais fontes de bactérias que podem prejudicar o feto em desenvolvimento. Para além disso, a carne crua e a carne mal passada podem transmitir toxoplasmose, que é uma doença susceptível de causar defeitos ou até a morte ao bebé, podendo-se dizer o mesmo quanto ao leite não pasteurizado.

Requere-se igualmente uma especial atenção com as saladas cruas. Neste caso será conveniente e desejável deixá-las de molho durante algum tempo com 3 a 4 gotas de lixívia e lavar com água abundante antes de as preparar.

É preciso ter a mesma atenção com os molhos e cremes, em particular durante o tempo quente, pois estes são facilmente contamináveis com microorganismos.

 

ubstâncias a evitar

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  • Drogas - As drogas, assim como muitos medicamentos, são bastante perigosos para o bebé e para o seu desenvolvimento. A heroína e a cocaína, apenas para citar alguns exemplos, podem matar o feto ou causar um vasto número de defeitos e ou problemas, na medida em que atravessam a placenta.


  • Medicamentos - Alguns medicamentos poderão causar mal-formações ao feto ou causar efeitos secundários graves pelo que nunca se deverá auto-medicamentar mesmo quando se tratem de medicamentos de uso comum ou que tome frequentemente. Deverá sempre consultar o seu médico e informá-lo da sua gravidez.


  • Tabaco - Durante a gravidez, o tabaco deve ser evitado por completo. Está provado que fumar durante a gravidez pode provocar vários problemas para o bebé, tais como a dificuldade de aprendizagem, aborto espontâneo, parto prematuro, descolamento prematuro da placenta, diminuição da qualidade e quantidade do leite materno, pouco peso, entre outros.


  • Cafeína - Quanto à cafeína, que se encontra no café, no chá, chocolates e alguns refrigerantes, não existem estudos que confirmem, de forma inequívoca, a sua nocividade para a mãe e para o bebé.

    Não existirão problemas se a mãe ingerir o equivalente a 300/400 miligramas de cafeína por dia. Mas, apesar de se entender que esta quantidade de cafeína não é prejudicial nem à mãe nem ao feto, também não existem certezas absolutas quanto ao que pode acontecer se aqueles valores forem ultrapassados.

    No entanto, existem indicações de que poderá haver o risco de aborto espontâneo durante o 1º trimestre de gestação, ou que o bebé nasça com peso abaixo do normal. Um outro inconveniente do café é o facto de este ser um diurético, o que origina a perda de liquidos e de cálcio, muito importantes durante a gravidez, como também diminui a capacidade do organismo em absorver ferro, outro nutriente fundamental ao desenvolvimento da futura criança.


  • Álcool - Durante a gravidez, a mulher também necessita de ter cuidado com a quantidade de álcool que ingere, pois não se sabe exactamente qual o nível seguro de consumo de álcool para uma grávida, até porque varia de pessoa para pessoa.

    É certo que o consumo de álcool em excesso durante a gravidez afecta o desenvolvimento fetal, uma vez que entra na corrente sanguínea da mãe e atinge o bebé através da placenta.

    Pode originar o síndroma de abstinência no recém-nascido e ter efeitos nocivos prolongados, nomeadamente anomalias cardíacas, problemas no sistema nervoso central, dificuldades de aprendizagem ao nível da fala, de crescimento, hiperactividade, entre outros.

    O álcool em excesso pode levar ao aborto espontâneo, ao parto prematuro ou bebés com peso abaixo do normal.
    Por estas razões, muitos médicos recomendam a abstinência total durante a gravidez, se bem que tomar um copo de vinho esporadicamente não seja prejudicial.

A prevenção contra os raios solares  Inserido Thursday 15 February 2007 16:02

Nunca é demais aconselhá-la a não expôr o seu bebé ao sol, uma vez que a sua pele é muito delicada, com reduzida tolerância ao sol e ainda não se encontram desenvolvidos todos os seus mecanismos de protecção. Todos os cuidados são poucos e a prevenção deve ser contínua e o mais eficaz possível.

 

ue tipo de protector solar é recomendado para bebés?

Os protectores sem químicos

Se não for possível evitar que o seu bebé apanhe sol é recomendável usar um protector solar sem filtros químicos, de preferência um protector solar fabricado com óxido de zinco ou dióxido de titânio porque:

  • Ao contrário dos filtros químicos existentes na maioria dos protectores solares e que a pele absorve, o óxido de zinco e o dióxido de titânio apenas exercem a sua acção na camada superior da epiderme formando uma barreira contra os raios do sol.

  • Uma das vantagens dos protectores solares sem produtos químicos é a sua protecção imediata. Estes protectores defendem a pele das agressões dos raios ultra-violeta desde o momento da sua aplicação enquanto que os protectores com filtros químicos necessitam de ser espalhados no corpo ou zona a proteger cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol, para que a pele tenha tempo de os absorver.

  • Os protectores solares sem ingredientes químicos protegem quer contra os raios UVA quer contra os UVB, sendo certo que não é necessário utilizar um indice de protecção superior a 30 uma vez que está provado que neste tipo de produto um indice acima deste valor não oferece maior protecção.


Os protectores com filtros químicos

Caso decida aplicar um protector solar com filtros químicos no seu bebé experimente primeiro espalhar uma pequena quantidade do produto no seu braço algumas horas antes de exposição ao sol para se certificar que ele não sofre qualquer tipo de reacção alérgica. Este tipo de protector solar não é tóxico ou perigoso, mas como se está a falar de bebés ainda não se sabe muito bem como poderá a sua pele reagir aos filtros químicos.

Tenha em atenção que um elevado indice de protecção não é necessáriamente melhor para a pele uma vez que quanto mais elevado for aquele, maior é a concentração de produtos químicos.

Tendo isto em consideração, não fará mal se aplicar um pouco do seu protector solar no bebé. Todavia existem no mercado protectores solares específicos para bebés e crianças, mais adequados às necessidades especiais do seu tipo de pele que são vendidos com a informação necessária para uma utilização correcta e, a maior parte deles, não contém filtros químicos. Procure esta informação na embalagem.

A aplicação do protector

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Seja qual for o produto que escolha e se o seu bebé tiver mais de 6 meses aplique-lhe uma camada grossa de produto em todo o corpo. Não é aconselhável expôr ao sol bebés com idades inferiores a 6 meses, mas caso necessite fazê-lo aplique-lhe o protector solar nas mãos e no rosto, em camadas finas.

Preste especial atenção às áreas que se queimam mais depressa tais como as orelhas, nariz, a parte de trás do pescoço e ombros e repita a operação de duas em duas horas, mesmo que as indicações do produto refiram que tem uma duração superior. Isto sucede porque as crianças movimentam-se muito, caiem na areia, entram e saiem da água, enxugam-se com a toalha, o que faz com que vão perdendo rapidamente a sua protecção.


Outras medidas para proteger o bebé do sol

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Mesmo que não se possa evitar totalmente a exposição do bebé ao sol:

  • Evite deixá-lo apanhar sol entre as 10:00 e as 16:00, altura em que os raios solares são mais fortes e perigosos.

  • Procure vesti-lo com calças leves, blusas de manga comprida e chapéu se tiver de sair de casa nestas horas do dia.

  • Coloque-lhe óculos de sol se tiver a sorte dele os deixar na cara durante o tempo de exposição.

  • Façar uso do chapéu de abas largas, imprescindível durante esta estação e se usar muito o carrinho de bebé não se esqueça de colocar protecção contra o sol.

  • Mantenha o bebé bem protegido e debaixo do chapéu de sol na praia, isto porque os raios do sol queimam indirectamente, mesmo debaixo do chapéu. Se o bebé tiver protector solar e estiver vestido adequadamente não haverá problema.

  • Esteja atenta ao comportamento do bebé, especialmente se estiver já há algum tempo num meio ambiente quente e seco, dando-lhe de beber bastantes líquidos para prevenir a desidratação.

O bebé deve usar óculos de sol?

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Seria óptimo que pudesse fazer com que o seu bebé não retirasse os óculos de sol, mas é praticamente impossível conseguir tal façanha em bebés com idades infeirores a 1 ano.

Os óculos de sol ajudam a proteger os olhos do bebé dos raios ultra-violeta que estão relacionados com o aumento do risco de cataratas mais tarde. Se conseguir que o seu bebé os use, compre uns óculos que o protejam tanto dos raios UVA como dos UVB.

Caso decida nem tentar a utilização dos óculos de sol porque passarão a maior parte do tempo não nos olhos, mas sim na boca do bebé, opte por um chapéu de abas largas ou visores que são, nestas idades, a melhor forma de proteger os olhos do bebé dos efeitos nocivos do sol.

Os diferentes choros do bebé  Inserido Thursday 15 February 2007 15:15

O choro é inato a todos os bebés, e eles usam-no para comunicar, para exprimir as suas necessidades e os seus medos, até à altura em que começam a falar. Portanto, e para que o choro do seu bebé não seja um constante motivo de preocupação, convém que saiba distinguir os diferentes tipos de choro e as respostas adequadas.

Os diferentes tipos de choro

O bebé reage sempre de forma diferente perante situações distintas, e naturalmente que é fundamental que os pais compreendam estas diferenças de maneira a corresponderem da melhor forma às necessidades do bebé.
O choro pode ter uma causa física, como dores, fome, sede, sono, etc. Mas pode também ser de origem emocional, como o medo ou até o “mimo”. O que todos os pais normalmente esperam é que a causa do choro possa ser eliminada apenas com o uso da chupeta. No entanto, são raras as vezes em que isto acontece, simplesmente porque, apesar da chupeta, a causa manteve-se. É necessário que procure saber a causa do choro, tendo sempre em mente que, enquanto bebés, as crianças não têm outra forma de se exprimirem.


O choro de fome

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Este é provavelmente o tipo de choro mais fácil de identificar, especialmente para a mãe do bebé. Quando chora de fome, o bebé tende a acalmar-se ao ver que a sua refeição está a ser preparada, ou seja, se, por exemplo, lhe pegar ao colo e o encostar ao peito – no caso de estar a amamentar – ou se pegar no biberão e no babete, se sentar o bebé na cadeirinha, etc. Todavia, se o bebé se aperceber de que apesar de todas as manobras, não vai ser alimentado, recomeçará a chorar com muito mais intensidade.

À medida que o bebé vai crescendo, vai aumentando também a sua necessidade e capacidade de alimentação. Pode acontecer que, imediatamente depois de lhe ter dado a mamada ou o biberão normais, o bebé recomece a chorar, como se ainda não tivesse comido. Isto costuma causar bastante preocupação, uma vez que é difícil acreditar que o bebé ainda tenha fome. Mas lembre-se de que é perfeitamente possível que o bebé chore por não estar ainda completamente saciado. Se amamenta, a quantidade de leite que tem pode já não ser suficiente para as crescentes necessidades do bebé. Se lhe dá o biberão, tem sempre a oportunidade de, na refeição seguinte, enchê-lo um pouco mais, de modo a certificar-se de que é essa a causa do choro.

Pode ainda acontecer o bebé começar a chorar de fome antes da hora habitual da refeição. Isto pode significar que terá de aumentar um pouco a dose de alimento, para que o bebé permaneça satisfeito até à refeição seguinte.

Por vezes também acontece que, apesar de o bebé chorar de fome, quando agarra o peito ou o biberão, larga-os e recomeça a chorar. Se isto acontecer com o seu bebé, é aconselhável que observe a proeminência e o volume do seu mamilo e verifique se o volume de leite é ainda suficiente. Se estiver a dar o biberão, verifique se o orifício da tetina está obstruído, se o leite está à temperatura adequada e se o bebé está numa posição confortável.

Para além de tudo isto, deve sempre verificar se o bebé tem “sapinhos” na boca, ou seja, se existem umas placas brancas como de leite coagulado, que cobrem a cavidade oral do bebé. Caso estas existam, podem dificultar-lhe a sucção, o que o leva a chorar.


O choro de sede

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Para além da fome, o bebé pode também chorar com sede, muito embora este tipo de choro seja menos frequente, já que o leite materno e os leites adaptados satisfazem, em simultâneo, as necessidade hídricas e calóricas. No entanto, se suspeitar que o bebé tem sede, pode dar-lhe algumas colherinhas de água fervida, à colher ou num biberão.

Os bebés podem precisar de água se estiverem num ambiente demasiado quente e seco, provocado por aquecimento artificial ou se, durante o Verão, estiver muito calor e o bebé começar a ficar desidratado. As viagens de automóvel podem também contribuir para a desidratação, portanto lembre-se de dar água ao seu bebé sempre que viajar com ele. Se o bebé estiver com diarreia, é também provável que sinta sede.


O choro de sono

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O cansaço é muitas vezes o principal responsável pelas crises prolongadas de choro. Por mais cansado que o bebé esteja, nada o impede de gritar, por vezes de forma intensa e ruidosa e outras vezes baixinho e de forma monótona, como numa lenga-lenga, acabando por adormecer, embalado no próprio choro. Isto costuma acontecer quando o bebé já ultrapassou, há muito, a hora habitual de ir dormir ou se está mais excitado do que é habitual por ter estado em ambientes muito ruidosos e movimentados.

Quando calcula que o sono é o motivo do choro do seu bebé, tente pegar nele ao colo, cantar-lhe baixinho uma canção de embalar ou contar-lhe uma história, se ele já tiver idade para isso. Experimente andar com ele ao colo de um lado para o outro, devagarinho, ou dar um breve passeio na rua.

Se nenhuma destas sugestões resultar, a única solução é esperar que o bebé adormeça por si só. Se não existem outras causas para o choro, o melhor será deixar que o bebé adormeça naturalmente, sem cair na rotina de o adormecer ao colo para depois o colocar no berço. Isso pode criar habituação no bebé, fazendo com que acorde e recomece a chorar logo que é colocado no berço. O ideal é que ele acabe por adormecer na sua caminha.


O choro por dores

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Quando existe a possibilidade de o bebé estar doente, a primeira coisa a fazer é medir-lhe a temperatura, pois, por muito ligeira que seja, a febre incomoda o bebé, fazendo-o chorar. Depois, terá de tentar perceber se ele tem dores e aonde.

O motivo do choro pode, por exemplo, ser uma otite, dor de dentes ou cólicas, de diversa origem. No caso de uma otite o bebé chorará ininterruptamente e pode levar as mãos ao ouvido que lhe dói. Os pais podem confirmar se realmente se trata de uma dor de ouvidos, esperando por uma altura em que o bebé esteja mais calmo e fazendo uma ligeira pressão, na parte exterior do ouvido e aliviando a pressão logo de seguida. Este é um mal necessário e de acordo com a reacção do bebé, confirmarão se se trata, ou não, de uma dor de ouvidos.

Se puder levar o bebé ao médico, logo que se aperceber do problema, não espere muito tempo, se não, pode tentar aliviar-lhe as dores, colocando-lhe um pano húmido e quente sobre o ouvido e, em último caso, administrando-lhe um supositório de paracetamol.

Se o bebé chorar devido às dores provocadas pelo surgimento dos primeiros dentes, tente aliviar-lhe a dor massajando-lhe as gengivas com gel especialmente indicado para o efeito, dando-lhe brinquedos adequados para esta fase do crescimento que ele possa colocar na boca e massajar onde lhe dói. Em último caso, dê-lhe um analgésico.

As cólicas provocam um choro intenso e forte e que podem surgir acompanhadas de sinais que revelam a existência de dores abdominais. Nestes casos, enquanto chora, o bebé flecte os braços e as pernas, ao mesmo tempo que a sua face fica vermelha. As cólicas podem dever-se a gases, nos casos em que os bebés, ao mamarem, ingerem muito ar. Poderá ajudá-lo a expeli-los, dando-lhe uma suave massagem no abdómen e verificando se ele se sente melhor.

O choro provocado por cólicas representa uma fonte de preocupações para todos aqueles que lidam com o bebé, uma vez que as suas origens nem sempre são muito claras. Na verdade, as cólicas dos bebés podem ser causadas pelo aumento das contracções intestinais, por alterações das relações mãe-filho e por alergias alimentares e pela ingestão de ar quando se alimenta.

Para aliviar-lhe a dor, pode também experimentar colocar o bebé de bruços sobre os seus joelhos ou sobre um saco de água morna. Alguns bebés acalmam-se nestas posições enquanto outros parecem gostar mais de ser embalados ao colo.

Se o bebé tem o abdómen dorido quando é tocado e não pára de chorar e se, a estes sinais se juntam outros como a diarreia, febre, etc, deverá, de imediato, consultar o pediatra.

Diferente do choro causado pela cólicas, é o choro intenso que, nalguns casos, surge todos os dias, a horas fixas e durante um intervalo de tempo bastante constante e a que se chama choro periódico de cólera. As suas causas são também difíceis de determinar, mas, em regra, não são graves e desaparecem por volta do terceiro mês de idade. Verifique, no entanto se nada mais existe de anormal.

Essencial é o seu estado de espírito. Procure manter-se calma, uma vez que o bebé pressente a ansiedade dos pais, o que transforma o problema num ciclo vicioso: o choro da criança gera um estado de irritação e ansiedade nos pais, e por sua vez, este é responsável pelo nervosismo e agitação da criança. Nestas circunstâncias nunca grite com a criança nem a movimente bruscamente.

O amor e o carinho dos pais não tira a dor, mas fazem com que o bebé se acalme e são sempre a melhor forma de lidar com este tipo de situações.


O choro de desconforto

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Se, por algum motivo, o bebé não se sentir confortável, é natural que chore para manifestar o seu desconforto. Se, por exemplo, tiver a fralda suja, o choro é a sua forma de chamar a atenção e mostrar que precisa ser mudado.

O calor e o frio podem também ser motivos de desconforto, e consequentemente provocar uma crise de choro. O mesmo acontece com um ambiente ruidoso, levando o bebé a reagir, chorando de forma repetida. Em geral, as crianças pequenas não gostam de estar em sítios demasiado barulhentos, portanto o melhor será evitá-los.

Uma vez que esteja alerta para todos os factores que podem provocar o desconforto do bebé, será mais fácil identificá-los e acalmar rapidamente o choro.


O choro perante estranhos e o choro do mimo

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Alguns bebés não choram quando estão ao colo de alguém que não conhecem, mas outros fazem-no ruidosamente. Não se preocupe se o seu bebé chora na presença de estranhos, pois isso é perfeitamente normal. As crianças aprendem rapidamente a reconhecer as pessoas que lhes são mais chegadas e reagem – por vezes através do choro - quando aparece alguém que não faz parte do seu mundo habitual. Este choro pára logo que o bebé volte para o colo de alguém que reconheça, de preferência a mãe.

Hoje em dia, é muito discutida a questão de saber se os pais devem acorrer ao filho todas as vezes que ele chora ou se, por vezes, o devem deixar chorar um pouco porque isso não lhe faz mal. A questão coloca-se relativamente à quantidade dos mimos e maus hábitos que uma criança pode adquirir com determinados comportamentos dos pais. Acima de tudo, a decisão é sua. Decidir se lhe vai pegar todas as vezes que o bebé chora é uma questão de bom senso que ninguém lhe poderá ensinar e que deve gerir conforme os resultados que for obtendo e a sua disponibilidade de tempo.

Um bebé não chora se se sentir acompanhado, mesmo que não lhe peguem ao colo. É importante que ele perceba de que está rodeado de pessoas que lhe dão atenção e sentem a presença dele. Transmitir essa segurança ao seu bebé é meio caminho andado para evitar algumas “birras”.

 

Cuidados neo-natais especiais  Inserido Thursday 15 February 2007 15:14

Quando os bebés nascem com dificuldades ou com problemas de saúde que não lhes permitem ter um início de vida normal, é necessário recorrer às unidades de neonatologia e aos seus recursos.



Os bebés que nascem antes de 37 semanas de gestação são considerados prematuros o que significa que poderão ter problemas de saúde.

A evolução tecnológica e médica já permite que os bebés tenham uma mais fácil recuperação e muitos prematuros que receberam cuidados especiais têm um desenvolvimento perfeitamente normal.

Os principais problemas de saúde relacionados com os prematuros são a falta de maturidade dos diferentes orgãos, o que se pode traduzir por dificuldade respiratória, dificuldade de conservação da temperatura corporal e um maior risco de infecção.

Estas situações podem implicar que a criança fique hospitalizada e dependente de máquinas como incubadoras ou ventiladores para poder manter o seu estado e recuperar o seu desenvolvimento.




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Quando são detectados problemas de saúde à nascença, o bebé poderá ser internado na Unidade de Cuidados Neonatais do hospital ou maternidad, se o médico assim o entender.

Os pais podem ficar intimidados pela tecnologia presente nestas secções que permite aos seus filhos a sobrevivência, mas há algumas estratégias para que possam melhorar as condições dos seus filhos e simultaneamente ficar mais descontraídos psicologicamente, isto é:


  • As visitas frequentes são positivas, para manter o contacto entre os pais e os bebés.

  • Observar as reacções dos filhos ajuda os pais a conhecê-los melhor.

  • Cooperar com o pessoal médico e seguir todas as suas instruções de higiene e segurança permite aos pais aprender a zelar pelos cuidados de saúde prestados ao seu filho.

  • Falar com os médicos e enfermeiras é a melhor forma de compreender o que a criança está a enfrentar.

  • Descansar é fundamental para que os pais tenham forças para ajudar os filhos nos momentos mais importantes.

- TERCEIRA SUBTABELA =-->
TECNOLOGIA DA NEONATOLOGIA
 
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Os pais devem ter alguma noção dos aparelhos a que os filhos estão ligados e dos quais dependem. De um modo geral, as unidades de neonatologia possuem:


  • Incubadoras - servem para manter o recém-nascido à temperatura adequada.

  • Sistema de monitorização - para seguir os sinais vitais da criança, ela é ligada a uma série de monitores que registam a respiração e os batimentos cardíacos.

  • Máquina de aspiração - se a criança não conseguir tossir, para desobstruir as vias respiratórias, este aparelho pode ser utilizado para desobstruir a boca e nariz e o tubo de ventilação.

  • Equipamento de alimentação - para manter a criança bem nutrida, pode ser necessário ligá-la a equipamento específico para alimentá-la.

  • Ventilador - aparelho de respiração artificial ligado ao orifício na traqueia (caso tenha havido traqueotomia) que ajuda a criança a respirar e, nalguns casos, respira por ele.

  • Saco de respiração manual - associado ao orifício na traqueia, serve também para auxiliar a respiração, mas manualmente.

 

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algumas dicas para o enxoval do seu bebe  Inserido Saturday 05 May 2007 20:12

Blogue de baby :O melhor para a vida dos pequenos Babys, algumas dicas para o enxoval do seu bebe

oi

vamos começar:

*toalhas de algodao

*1toalha com capuz

*1 caixinha de lenços umidos

*2pacotes de fraldas descartaveis

*2 faraldas de panos

*3 conjuntos de macacoes (sem manga)

*2conjuntos de macacoes com manga

*5 camisetinhas com manga

*5 camisetinhas sem manga

*2 camisetinhas manga 3 quartos

*3 calças de moletom

*3bermudinhas

*3 pares de calcinhas/cuecas.

*1 toca

*2 mantinhas

2 moloteos

*3 meias

*2 sapatinhos

*2 chainelinhos

                                           gente por hoje é so!mas amanha tem mais

 

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